A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) enfrenta mais uma crise após a paralisação de trens em várias rotas de São Paulo, deixando milhares de passageiros sem transporte. A greve, que começou na madrugada de 22 de julho de 2026, foi motivada por questões trabalhistas e condições de trabalho precárias.
A paralisação afetou rotas importantes como a Linha 7 (Coral), a Linha 10 (Turquesa) e a Linha 12 (Safira), deixando muitos paulistanos sem acesso a suas cidades. A CPTM tentou negociar com os grevistas, mas sem sucesso. O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, se reuniu com os líderes sindicais para tentar encontrar uma solução para o impasse.
A greve é um golpe para a economia de São Paulo, pois os trens são uma das principais formas de transporte para os trabalhadores. A CPTM é uma das maiores companhias de trens metropolitanos do mundo e é fundamental para a mobilidade urbana da cidade. A paralisação é um lembrete da importância de investir em infraestrutura e qualidade de vida dos trabalhadores.
